Sexta-feira, Julho 07, 2006

Não acredito!!!!!

x Por Luciana_de_Boni® | 12:53 AM | Comentários: x


Segunda-feira, Outubro 04, 2004

Ó Céus, Ó Vida!

x Por Luciana_de_Boni® | 6:02 PM | Comentários: x


Quinta-feira, Maio 27, 2004

A Lenda Mística, Mítica e Selvagem do Arvreiro Campestre
Por: Pedro Felipe.

Era no tempo do Estado Novo no reino de Névêrlãndís do Rei Drunken Dunétis.
Tempos escuros, sombrios e de pouca luz. Pouca luz no céu e nos corações das pessoas.

Numa pequena aldeia ao sul do reino chamada Aldeinha X, viva nosso herói, o nostálgico Arvreiro Campestre.
Ele era uma espécie de mindingo da região. Não tinha casa, não tinha família e não tinha uma ocupação a não ser dormir e passear nas florestas próximas.
Arvreiro havia chegado já fazia alguns anos. No começo, gerava desconfiança e medo nos moradores, mas com o tempo eles foram se acostumando a presença do hermitão na ali.
Ninguém sabia o que ele comia, onde ele dormia ou o que ele fazia pra continuar vivo.
Muitos diziam q ele era um fantasma, mas a história conta q fantasmas não são capazes de efetuar os atos de necessidade fisiológica mais básicos, como o cagão e a mijada, coisas q o Arvreiro fazia com uma descomunal freqüência e com uma também descomunal satisfação.
Como todo bom cagão, Arvreiro era burro. Não burro de lerdo, burro de burro mesmo.
Tão burro q chegava a dar dó.
Toda noite, os aldeões se reunião na única taberna da aldeia para conversar e discutir sobre os acontecimentos recentes. Arvreiro estava sempre presente, ouvindo as histórias e se encantando com a cor das bebidas mágicas q os homens tomavam. Ele nunca havia experimentado aquilo. Beber custava dinheiro, coisa q ele naum tinha nada.
Bom..... todo noite, quando as histórias acabavam, eles chamavam o Arvreiro para se juntar a roda. Claro q o objetivo dos aldeões naum era ser gentil com o pobre mindingo miserável, e sim se divertir as custas de sua burrice. Colocavam o pobre Arvreiro no meio da roda, riam um pouco e diziam:
-Ó senhor Arvreiro-mindingo! Tu és querido e reconhecido pelos aquii presentes! Todos sabem de teus atos corajosos e homeranos e todos invejam tua coragem e tua sagacidade!
E o Arvreiro, sem graça, apenas sorria dizendo:
-Sou grato por tuas palavras, Ó aldeão-fulano! Envermelho-do-ei-me com teus elogios e caricias morfológicas.
Os habitantes se riam por demais do palaviado bárbaro e rude do Arvreiro por alguns instantes e continuavam:
-Bem! Por tudo o q fizeste, mereces um premio, opá! Cá está duas moedas pra ti, mas com as duas naum poderás ficar, pq assim seria errado, pois seria ganância. Fique com uma delas e assim garanta teu lugar no reino do Papaiduceu. Toh!
E o aldeão estendia as mãos, mostrando duas moedas, uma grande de 20 contos e uma pequena de 100 contos. O Arvreiro, sem graça, sempre pegava a maior e de menos valor e todos se riam deveras com o ato altamente burro do pobre mindingo.
Um dia, Ernesto, um aldeão com um pingo a mais de dignidade q o resto, falou para o Arvreiro:
-Ora pois mindingo! Tu és mais burro q periquito bêbado, oppá! Será possível q ainda naum se ligaste q a pequena tem maior valor q a grande? Deixa de ser burro mindingo! Oppá!
E o Arvreiro respondeu, com seriedade nos olhos.
-Eu sei q a menor tem maior valor. Um paradoxo a muito notado pela minha pessoa.
Todos ficaram espantados com as palavras do pobre mindingo.
-E ora pois! Então pq continuas a pegar a moeda grande e de menos valor todos os dias, mané gutelo? És burro por opção?
-Respondo tua questão com facilidade. Simples como mastigar água. Se pego a grande, faço da noite de vocês uma noite feliz, garantindo algumas risadas devido a minha burrice. Todos os dias escolho a grande pq sei q no dia seguinte repetiram o ato. O dia em q eu pegar a pequena e de maior valor, nunca mais terei minhas moedas, pois a brincadeira naum vai ter mais graça.

Moral da história: nunca ofereça moeda alguma para um mendingo. Eles são todos uns filhos da puta! Parecem as pessoas mais burras do mundo, mas na maioria das vezes só se fazem , pra ganhar dinheiro facilmente. Nem sempre burrice é falta de inteligência. Nem sempre o inteligente é o menos burro.
OBS:. Ele não me permitiu corrigir os 'mindingos' que aparecem diversas vezes no conto acima, foi proposital.

x Por Patty Cobain® | 11:55 PM | Comentários: x


Sábado, Maio 22, 2004

América, um novo mundo *Baseado em fatos reais*
Por: Adolpho Costa

João Pedro um muleke rico vai estudar, no novo mundo, OS ESTADOS UNIDOS!!!!!! Chegando na república um dos estudantes vai mostrar seu quarto e fala:
Estudante: esse aqui é seu quarto.
Estudante: Aquilo ali é um computador.
João Pedro: Eu sei o que é um computador, eu tenho 4 computadores, 4 vezes melhores que esse na minha casa muleke.
Estudante: O.O
Estudante: pensei que no brasil não existia computador.

Moral da história: Americano sucka!!!!!! Malditos yankees

x Por Luciana_de_Boni® | 10:03 AM | Comentários: x


Sábado, Março 06, 2004

Cinderela Baiana
Por: Mayara

Carlinha tinha apenas 15 anos e já sentira na pele os prazeres de uma louca paixão. Sempre que via Alexandre passar pela rua seu coração acelerava e ia pro cérebro fazendo sua cabeça explodir. Só que havia um pequeno grande problema, Alexandre era Epaminondas, família rival dos Silverinhas, a qual pertencia Carlinha. Era um amor proibido, um amor bandido. Alexandre nunca percebera que Carlinha se quer existia. Ele sempre a ignorava.
Mas o que Alexandre não sabia era que Carlinha sabia do seu tão misterioso segredo que podia acabar com a vida dos Epaminondas. Mas prometeu que nunca iria revelar pra ninguém. Só três pessoas sabiam desse segredo, e Carlinha era uma delas.
Um dia a caminho da barraquinha pra comprar um acarajé, Alexandre viu uma bela menina, morena, alta, seios fartos, bunda pra dentro e belíssimos olhos castanhos. Seu nome era Julieta, mais conhecida como Bunda de Pudim. A garota mais desejada de toda a Bahia.
Alexandre começou a se encontrar escondido com Julieta, pois ela era pobre e seus pais não permitiam o namoro deles.
Quando Carlinha soube do namoro dos dois, entrou em pânico e começou a pensar num jeito de separa-los.
Enquanto caminhava sem rumo leu na parede um anúncio escrito assim: "Trago pessoa amada em três dias." Ela nem pensou duas vezes e foi até o local.
Carlinha então entrou e contou toda a história para a velha. Depois de ouvir tim tim por tim tim, ela então lhe prometeu que em menos de três dias ele ia ser dela.
Carlinha voltou pra casa e nem conseguiu dormir aquela noite e nem o resto da semana.
Uma semana se passara e nada. Carlinha já deseperada por ter gasto todo o seu dinheiro com aquela velha, resolve agir por conta própria.
E no meio de tanto desespero ela foi procurar Alexandre e o colocou no paredão.
Disse que se ele não se casasse com ela, ela iria revelar para todos o seu tão precioso segredo. Na mesma hora Alexandre comunicou a seus pais e eles concediram o casamento dos dois.
Hoje, depois de 6 meses de casados eles tem dois filhos, a Camille Victoria e o Victor Alexandre.

Moral da história: Um segredo pode ser guardado por três pessoas, se duas delas estiverem mortas...

Ps: Qualquer semelhança entre nomes é mera coincidência.

x Por May_Lindinha | 6:52 PM | Comentários: x


Quarta-feira, Março 03, 2004

Um Homem Ganancioso

Por: Fernando Gregório da Silva

Um belo dia, um mendigo estava sentado numa pedra perto de um riacho. Pensava alto consigo:
- Ah! Como eu gostaria de ter algumas moedas. Já não mais posso roubar, pois muito velho e todos estão muito despertos comigo. Preciso arrumar algum dinheiro. Mas como?
Nesse instante, um gnomo apareceu por detrás da pedra e saltou à frente do mendigo.
- Mendigo, posso resolver o teu problema.
O mendigo, mais curioso do que surpreso (devido à bebida), perguntou:
- Oh! Como? Podes me ajudar? O que te leva a crer nisto?
O gnomo meteu a mão em um dos bolsos e tirou um punhado de sementes estranhas. Disse:
- Toda vez que engolir uma destas sementes com um gole d'água deste riacho que banha estas pedras, passada uma noite, terás, no seguinte dia, uma maçã. DEVES VENDÊ-LAS! Mas antes repita em voz alta: "Da terra vieste, à terra voltarás".
O mendigo ficou meio desconfiado, mas aceitou. Engoliu uma semente, bebeu da água do riacho e disse em voz alta:
- Da terra vieste, à terra voltarás.
No dia seguinte, a surpresa: pôs uma maçã!
- Oh! Mas é um milagre! Uma maçã! - dizia dando pulos de alegria - Agora posso ir até a cidade e vendê-la, como disse o gnomo.
E foi o que ele fez. E com isso ganhou uma moeda.
- Uma moeda por uma maçã. Como tenho ainda cinco sementes, se engoli-las uma por dia, em seis dias terei cinco moedas mais!
Gostou da idéia. Poderia dar seqüência a seus planos se uma coisa não lhe chamasse a atenção: uma melancia custava "dez" moeda. Pensou: "O que aconteceria se eu engolisse todas as sementes de uma só vez com um jarro d¿água do riacho? Será que eu conseguiria uma melancia?"
Era um bom negócio. Ter dez moedas de uma vez a invés de obter seis moedas em uma semana. Resolveu tentar: à beira do riacho tomou as sementes na mão e as meteu na boca, todas de uma só vez e em seguida encheu um jarro com a água do riacho e bebeu tudo num só fôlego. Ao fim disse as palavras mágicas:
- Da terra vieste, à terra voltarás!

O mendigo morreu.

Moral da História: O Mendigo cometeu dois erros nesta história. Foi ganancioso e não pensou nas conseqüências de seus atos. E foi tolo. Poderia ter obtido as seis moedas com as seis maçãs e aí foi vítima de sua ganância. Mas não é tudo. Digo que ele foi tolo, pois quando o gnomo disse "DEVES VENDÊ-LAS" não estava se referindo às maçãs, mas sim às sementes. Quanto não conseguiria ele com a venda daquelas, afinal?

x Por Ana | 10:07 AM | Comentários: x


Segunda-feira, Março 01, 2004

Cinco homens
Por: Fernando Gregório da Silva

Eram cinco homens
Eram cinco amigos
Desses cinco homens, sobraram quatro amigos
Desses quatro amigos, três
Desses três, dois
Depois, apenas um
Um
Somente um.
Um amigo? De quem? Amizade só há com mais de um!
Amigo. Incondicionalmente amigo.
De quem, se não há ninguém?
De si mesmo
¿Eu, meu melhor amigo!¿
Um amigo de si mesmo.

Esse um, amigo de si mesmo, ficou triste
Amuou, definhou, morreu.
O amigo velou esse um
Esse um velou a si mesmo

A amizade velou os cinco homens
Os cinco amigos mortos.

x Por Ana | 9:43 AM | Comentários: x


Domingo, Fevereiro 22, 2004

Apenas uma luz
Por:Mayara

-Desde quando começaste a gostar de mim?
A cabeça apoiada em seu ombro, Mercedes, lábios entreabertos, sorri curiosa. Na casa imersa em silêncio, Antônio atiçando o fogo responde:
-Tinha doze anos, quando meus pais, deixando o Rio Grande, vieram para São Paulo. Aqui freqüentei o liceu e me formei. Morávamos, então, num bairro tranqüilo, de casas acolhedoras e jardins espaçosos. Todas as tardes, ao chegar do colégio, trepava na minha árvore preferida com meus livros de aventuras. Um dia, avistei um caminhão de mudanças estacionado em frente a uma das casas de dois andares, cujo jardim se limitava com o nosso. Que bom! ia ter com quem jogar futebol! Os dias se passaram e nada. (Nossos vizinhos eram recém-casados.) Me habituei a observá-los podando as roseiras, cuidando da grama, bem cortada e verde. Vez por outra acenávamos de longe. Naquele ano, passamos os três meses de verão em Santos. Ao voltar, fiquei contente em revê-los, eu na minha árvore, eles em seu belo jardim. Acho que foi em julho; o vento já soprava fresco e por toda parte um forte perfume de eucalipto. Estranhei vê-lo sozinho, caminhando de um lado para o outro a consultar o relógio que amiúde retirava do bolso. Algo o estava preocupando-o, e a mim também, pois já lhe tinha amizade. Era quase a hora do crepúsculo (me lembro como se fosse hoje), os sinos iam dar as seis, quando ela, aparecendo de repente, cobriu-lhe os olhos com as mãos, surpeendendo-o. Seu sembante desavinuou-se. Era todo ouvidos ao que lhe dizia. Subitamente, tomando-lhe as mãos, colocou-as sobre seu ventre. Entendi, então, que entre beijos e sorrisos te davam as boas-vindas. Sem saber comecei a te querer bem desde aquele primeiro momento em que eras apenas uma luz nos olhos de teus pais!

Moral da história: Na verdade esse texto é uma parte do livro Conto das Nove Luas de Elomar Nascimento.
Porque estamos sem inspiração pra fazer novos contos.

x Por May_Lindinha | 11:58 AM | Comentários: x


Sábado, Fevereiro 14, 2004

Piano Bar
Enviada por: Diego Bozo
Autor desconhecido/Engenheiros do Hawaii

O que você me pede eu não posso fazer
assim você me perde, eu perco você
como um barco perde o rumo
como uma árvore no outono perde a cor

o que você não pode eu não vou te pedir
o que você não quer...eu não quero insistir
diga a verdade, doa a quem doer
doe sangue e me dê seu telefone

todos os dias eu venho ao mesmo lugar
às vezes fica longe, impossível de encontrar
mas, quando o neon é bom
toda noite é noite de luar

no táxi que me trouxe até aqui
Willie Nelson ma dava razão
As últimas do esporte, hora certa
Crime e religião
na verdade
nada é uma palavra esperando tradução

toda vez que falta luz
toda vez que algo nos falta
o invisível nos salta aos olhos
um salto no escuro da piscina

o fogo ilumina muito
por muito pouco tempo
em muito pouco tempo o fogo apaga tudo
tudo um dia vira luz
toda vez que falta luz
o invisível nos salta aos olhos

ontem à noite eu conheci uma guria
já era tarde, era quase dia
era o princípio
num precipício era o meu corpo que caia

ontem a noite, a noite tava fria
tudo queimava, nada aquecia
ela apareceu, parecia tão sozinha
parecia que era minha aquela solidão

ontem à noite eu conheci uma guria
que eu já conhecia de outros carnavais
com outras fantasias
ela apareceu, parecia tão sozinha
parecia que era minha aquela solidão

no início era um precipício
(um corpo que caía)
depois virou um vício
foi tão difícil acordar no outro dia
ela apareceu, parecia tão sozinha
parecia que era minha aquela solidão

Moral da História: Foi no Natal que a conheci, e ate agora só penso nela.

x Por Luciana_de_Boni® | 2:49 AM | Comentários: x


Quarta-feira, Fevereiro 11, 2004

Pescaria de domingo
Por:Luciana

Dia de sol perfeito para uma pescaria, pensou Virgílio. Arrumou seus 'equipamentos' e chamou seu filho, Gumercindo para acompanhá-lo, afinal, fazia muito tempo que os dois não faziam atividades pai-filho-unidos.
Chegaram no lago e logo avistaram seu barco. Gumercindo foi logo se oferecendo para desamarrar o barco, e como toda criança curiosa demais, perguntou:
- Pai! O senhor sabe como se faz o tal nó de marinheiro?
Virgílio demorou um pouco mas respondeu:
- Hã.. Sei não meu filho! Vamos lá para o meio do lago.
Gumercindo , muito atento à tudo em sua volta, fez outra pergunta para o seu pai:
- Pai! Por que o barco bóia?
- Bom... hum... O barco bóia porque.... porque... porque... Sei não, filho.
Foi então que Gumercindo conseguiu finalmente fisgar um peixe, e não satisfeito em fazer tantas perguntas, lança mais uma:
- Pai! Como é que os peixes fazem pra respirar debaixo d'água?
- Er... Sei não, meu filho! - Responde Virgílio.
Gumercindo fica intrigado com as respostas de seu pai, e se arrisca em mais uma pergunta:
- Ô pai! Por que o céu é azul?
- Sei não, filho!
Foi então que, triste, Gumercindo notou o desinteresse de seu pai ao responder às suas perguntas e desabafou:
- Pai! Eu não estou enchendo o saco do senhor com essa perguntas né?
Virgílio, pensativo e comovido com a atitude de seu filho respondeu:
- Ora! Claro que não, filho! É pergutando as coisas que se aprende!

Moral da História: Quem refresca bunda de pato é lagoa malandro!

x Por Luciana_de_Boni® | 4:35 PM | Comentários: x


Sábado, Fevereiro 07, 2004

Não Tenha Medo
Por: Lucas

-Aí sangue bom, tá vendo esses chocolate aí?
-Tô.
-Vamo robá!
-Ih... num vai dá merda não?
-Relaxa prayboy, é só botar debaixo da camisa...
-Já é, demorô...
Nisso o segurança do supermercado percebe o roubo e ativa o alarme.
-Fudeu, mané!! Fudeu!!
-Eu falei que ia dar merda!! Corre!!
Um escapa, mas o outro ladrãozinho pisa numa cebola que estava no chão e capota. O segurança alcança-o e leva-o para uma sala:
-Por que você roubou isso, rapaz?
-Eu não queria robá não, sangue bom! Quem deu idéia foi o Kléber Lucas!
-Quem é Kléber Lucas?
-O cara que vazou!
-Se esse Kléber se jogar na frente de um trem você também se joga?
-Não, viaja não...
-Então roubou porque quis! Qual teu nome, moleque?
-É Valdson. Que que tu vai fazer comigo, shock?
-Avisar seus pais!
-Tenho pai não...
-Tu mora com quem?
-Com o Kléber.
-Era só o que faltava... vou ter que chamar a polícia!
-Coé dá-fé?! Faz isso não!! Eu faço o que você quiser!
-Qualquer coisa?!
-Tudo, menos sexo com você...
-Presta atenção moleque!! Tu acha que eu tenho cara de tarado? Hein?! Olha pra mim!!
-Não senhor...
-Então você vai trabalhar aqui na loja pra pagar o que deve!
-Mas...
-Mas o cassete! Quer que eu chame a polícia?!
-Não! Me desculpa...
-Você começa agora, vem comigo!
O segurança puxa Valdson pelo pescoço e dirige-o até o frigorífico.
-Tu vai cortar carne até de noite pra pagar pelo que fez!
-Sim senhor...
-Ae pessoal! De olho nesse garoto aqui, ele foi pego roubando e vai pagar pelo que fez!
Os açougueiros fazem sinal de positivo. E Valdson não seria louco de tentar fugir, pois tinha um açougueiro que era maior que um boi. Um dos funcionários aproxima-se de Valdson e diz:
-Ae moleque, tá vendo aquele boi morto ali?
-Tô.
-Tira o leite dele, senão a carne fica ruim.
Valdson, muito inocente, meteu a mão na trolha do boi e puxou, pensando em se tratar de uma teta. Puxou, puxou, puxou e nada do leite sair. Todos os açougueiros riam da ingenuidade do menino. Vencido pelo cansaço, o pequeno criminoso pergunta se já não haviam retirado o leite do boi. Um açougueiro respondeu:
-Não, e se for necessário tu tem que morder a teta do boi pra tirar o leite.
O menino voltou até o boi e deu aquela mordida na "teta". E nessa mordida voou "leite de boi" pra tudo que é lado. Valdson, com a cara toda melada e meio desconfiado da textura e sabor do leite, perguntou se o leite estava coalhado. Os açougueiros, mijando de rir, responderam que sim. O ladrãozinho perguntou:
-Já posso ir embora?
-Não, - respondeu o açougueiro maior que um boi - tá pensando que é fácil assim?!
Valdson, morrendo de medo, fez sinal de negativo com a cabeça.
-Escuta aqui garoto, tu roubou, isso é errado! Você tem que pagar pelo que fez!
-Mas eu ja tirei o leite desse boi...
-Garoto ingênuo! O que tu mordeu foi o pinto do boi!
A ira toma conta de Valdson, que pega uma faca e a encrava na testa do "açougueiro-gigante".
Os outros açougueiros correm para socorrer o amigo, mas já era tarde. Revoltados, partem para cima de Valdson. Mas o "ordenhador" estava possuído pelo ódio, e mata os outros açougueiros. Ouvindo os gritos, um segurança corre para ver do que se tratava. Ao chegar no frigorífico, viu aquela carnificina, e a única coisa viva ali era Valdson, que tinha o corpo coberto de esperma e sangue. Assustado com o que viu, o segurança pede auxílio pelo rádio e, imediatamente após isso, Valdson vira um bicho e pula no pescoço do segurança, degolando-o com apenas uma mordida. Àquela altura Valdson já não era mais um humano, e sim um monstro sedento por sangue. O mercado foi evacuado, e após algum tempo a polícia cercou o local. Valdson andava de um lado para o outro da loja, como se estivesse procurando por algo. Um cientista observava-o através de uma janela, e disse que já viu um caso parecido na Suiça, de um homossexual que engoliu esperma de boi e saiu matando toda a sua família, alegando estar apaixonado pelo boi. A cidade toda estava com medo do monstro-engolidor-de-esperma sair do mercado e matar a todos. Um psiquiatra entrevistou funcionários do mercado que tiveram contato com Valdson, e o segurança contou que ele havia comentando sobre um tal de Kléber Lucas, que poderia ser seu único amigo. Procuraram por Kléber, e acabaram encontrando-o. Ele tinha medo de represálias devido ao roubo, mas o prefeito garantiu que aquilo era passado, e o que interessava naquele momento era apenas tentar reverter o quadro psicótico-neurótico-animal-assassino de Valdson. Kléber entra no mercado, e mal acredita ao ver seu parceiro de roubo. Valdson, além de estar coberto de esperma e sangue, andava como um macaco, usando as mãos e pés para apoiar-se. Mesmo com medo, Kléber aproximou-se de seu cúmplice e tentou conversar:
-Vald! Sou eu rapá... Kléber...
-Grrroooar...
-Caraio, que nojo essa parada grudada na tua cara... Po aê, fala alguma coisa!
-Groooooooaarrr... chocolate....
-Tú qué chocolate?
-Grrooarr... tu vai comer chocolate, filho da puta!!
Valdson agarra Kléber pelos cabelos e leva-o até a bancada de doces, fazendo-o comer todos os chocolates que ali estavam. Kléber já não aguentava mais nada, mas o monstro obrigou-o também a comer um quilo de presunto, um quilo de azeitonas pretas, um repolho, dois pacotes de carne seca e dois quilos de cebola. Na última cebola, ele não aguentou e vomitou. Valdson forçou-o também a comer seu vômito. E continou a punição: três garrafas de refrigerante, dois tubos de mostarda, um pacote de dobradinha, quatro quilos de sabão em pó, três alfaces, dez litros de whisky e um ovo de codorna. No ovo Kléber teve um colapso e caiu no chão, todo cagado e vomitado. Valdson pisava em sua barriga, e quanto mais ele pisava, mais Kléber se cagava. Como se isso não bastasse, o monstro esfregou cocô na cara de Kléber, que acabou morrendo ali mesmo, de parada cardíaca e explosão estomacal. Isso foi o limite: o prefeito da cidade chamou o FBI, e vinte segundos depois quarenta homens armados até a alma invadiram o mercado, disparando mais de 800 tiros na cabeça de Valdson. Ele foi levado ao hospital ainda com vida, mas acabou morrendo cinco dias depois do massacre que marcou a história de uma pequena cidadezinha do interior. Hoje, todos os bois da cidade foram extintos, e as vacas nascem de inseminação artificial com esperma de ganso, alterado geneticamente.

Moral da História: Essa história foi enviada sem moral!!
Mas nunca beba esperma de boi.

x Por May_Lindinha | 4:53 PM | Comentários: x




Todo dia...
Por: Luciana

Todos os dias a mesma rotina. João Carlos acorda às seis horas da manhã, com um sorriso pontual para Madalena e a beija com a boca de hortelã.
Todo dia Madalena diz para João Carlos se cuidar e essas coisas que diz toda mulher, diz que está esperando para o jantar e o beija com a boca de café.
Todo dia João Carlos só pensa em poder parar. Meio-dia ele só pensa em dizer não, depois pensa na vida pra levar e se cala com a boca de feijão.
Seis da tarde como era de se esperar Madalena o espera no portão. Diz que está muito louca pra beijar e o beija com a boca de paixão.
Toda noite Madalena diz para ele não se afastar. Meia-noite ela jura eterno amor, e o aperta pra quase sufocar e o morde com a boca de pavor.
Todo dia ele faz tudo sempre igual e acorda às seis horas da manhã...

Moral da História: Essa história não tem moral. É apenas uma 'adaptação' da música Cotidiano do nosso querido Chico Buarque

x Por Luciana_de_Boni® | 12:51 AM | Comentários: x


Sexta-feira, Janeiro 23, 2004

O Senhor dos Espertos, Part I - Apresentação
Por: Luciana e Anamaria

Tom brincava tranqüilamente com a sua boneca Barbie, quando escutou os berros de sua mãe:
- Tom venha já para a sala!
Se havia algo que Tom detestava em toda a sua existência era bolo de chocolate, mas isso não vem ao caso, pois havia outra coisa que ele também detestava, que era ser interrompido no meio de suas brincadeiras.
A mãe de Tom praticamente o obrigou a pintar o muro da casa, senão ela iria esconder sua boneca. Tom não tinha outra opção a não ser pintar o maldito muro. E lá foi Tom, pensando consigo mesmo: ¿velha chata pra caraca, as outras crianças vão passear todas serelepes brincando e eu trabalhando aqui feito um otário¿.
Mas Tom era um menino esperto, muito esperto ¿ só perdia no quesito esperteza para Felipão da rua de trás, mais conhecido como o Backstreet Boy ¿ e já havia encontrado uma solução para seu dilema.
Começou a pintar o muro pacientemente, até que seu amiguinho Diego chegou.
- Vamos jogar uma partida de futebol, Tom.
Diego fez essa proposta num tom meio sarcástico, pois sabia que Tom não poderia aceitar, pois estava trabalhando, mas ficou surpreso com a resposta:
- Não Diego, eu não quero, Não vê que eu estou terminado minha obra de arte?
Diego parou por um tempo e ficou observando Tom. Ele desempenhava a tarefa com a paciência de um monge e total interesse.
Foi então que Diego ofereceu:
- Te dou duas bolas de gude se deixar eu experimentar um pouco.
Tom disse:
- Não posso. Esse tipo de tarefa requer muita habilidade. Você não saberia faze-lo direito.
- Claro que sim! Faço até melhor que você!
- Acho que não...
- Tudo bem, te dou uma moeda de R$ 0,50 centavos que eu tenho aqui em meu bolso.
Tom na mesma hora deu o pincel a Diego e ficou sentado, feliz da vida assistindo seu amigo pintar o muro ate se cansar.
Ficou nesse circulo vicioso durante toda a tarde, e quase todos os meninos do bairro caíram em sua conversa e pintaram o muro enquanto ele descansava na sombra.
No final da tarde, com o muro já pintado, Tom contava as suas conquistas; conseguiu duas bolas de gude, R$ 0,50 centavos, um pedaço de barbante, uma cafifa, um anel quebrado, um toco de lápis, fichas de jogo, um botão, um baralho incompleto, um cinzeiro, uma maça pela metade e um carro.

Moral da história: Os amiguinhos de Tom são um bando de MANÉ!!!!!!

x Por Ana | 12:48 AM | Comentários: x


Terça-feira, Janeiro 20, 2004

A falsa da Inês Pereira!

Por:Felipe Ribeiro
Baseado na peça quase homônima de Gilberto Gil Vicente, ministro da cultura inútil.


Inês Pereira era uma adolescente comum do Renascimento. Cuidava diariamente do bronzeado, ou melhor dizendo, da ausência de bronzeado. Andando sempre à sombra, para escapar dos terríveis raios solares. Dizia ela:
- Ora pois, Deus me livre de me queimar com o sol e nenhum homem me querer por achar que sou uma camponesa!
Adolescentes são aborrescentes não importa a época.
Inês era popular e considerada o melhor partido na sua cidade, uma donzela muito bela e formosa, mas como se sabe, manter-se bela e formosa dá trabalho. Mesmo sendo muito gost... opa... formosa, todos os dias, Inês se olhava no espelho e não se conformava com o próprio corpo:
- Oh, raios! Acho que emagreci novamente! Assim nunca conseguirei ser tão gorda quanto aquelas maravilhosas raparigas dos quadros italianos!
Seu maior divertimento era dar um rolê pelo mercado, onde podia comprar as melhores iguarias e tecidos do oriente. Inês, fashion e antenada como era, fazia questão de vestir sempre a última moda vinda das Índias e passava horas escolhendo os melhores tecidos.
E foi num desses rolês pelo mercado que ficou sabendo da última: o filho do Duque da Galícia, Dagoberto vinha à cidade e procurava uma noiva. Na mesma hora Inês e suas amigas se alvoroçaram em comentar a feliz notícia e a comentar sobre o feliz rapaz:
- Ai de mim! Ele é tudo!
- Ouvi dizer que ele toca alaúde numa banda de fado que está a fazer muito sucesso na capital!
- Sim! A banda dele toca o fado mais pesado que já ouvi!
- Vocês viram o último quadro dele? Ele está cada vez mais lindo!
- Amigas! Ele está chegando nesse momento à nossa cidade! E vem numa carruagem modelo Super Wheel 1500 de 8 cavalos!!!
- Ai de mim! E pensar que meu último namorado nem carroça tinha!
- Vamos lá recebê-lo.
- Vamos!
Mas ao chegarem lá, Inês teve uma surpresa ingrata. Ao invés de ser a dona dos olhares de Dagoberto teve que vê-lo se engraçar com sua amiga, Clotilde de Andrade. Porém, engana-se quem pensa que Inês desistiria do Galego gostosão e permitiria que ambos fossem felizes para sempre. Inês estava disposta a tudo!
Só que o amor de Clotilde e Dagoberto era mais forte que tudo. Mesmo com as artimanhas de Inês, que, dissimulada, fingia ajudar nos preparativos para o matrimônio e nos bastidores se valia de mil e um truques para arruinar tudo, os nós invisíveis do amor que uniam o feliz casal não se desatavam.
Isso se dava em parte pelo grande amor que um nutria pelo outro e em parte pela incompetência de Inês. Bonitinha que era, Inês não estava acostumada a disputar a preferência dos homens, pois era sempre a primeira escolhida, fato este que lhe deixava sem a devida experiência para lograr êxito nesta peleja.
Então, após muitos fracassos, resolveu buscar ajuda profissional: contratou uma alcoviteira, que pela função nessa trama será chamada de desalcoviteira, pois vai ter como função desalcovitar um casamento já acertado.
A desalcoviteira, então, veio ter com Inês e por bom pagamento ofereceu ajuda na empreitada. O plano da desalcoviteira era simples. Consistia no bom uso de um recurso que viria a ser muito freqüente nas peças de Shakespeare quase um século depois, o disfarce. Segundo o estratagema, tudo transcorreria conforme o relatado a seguir:
Ao cair da noite do dia do casamento, a ama de Inês, Maria, se disfarçaria de Clotilde para se casar com Dagoberto da Galícia no lugar da amiga da patroa, enquanto a mãe de Inês, que também queria que a filha se casasse com o filho do duque, se disfarçaria da ama da Clotilde para trancá-la no quarto durante o casamento. Para tanto, a desalcoviteira se disfarçaria do pai da Clotilde, Duque Andrade, para obter a chave do quarto, enquanto Rafaela, amiga de Inês assumiria o lugar da mãe de Clotilde de forma que o Duque Andrade se sentisse satisfeito com o rejuvenescimento da esposa e não notasse que o casal real na verdade seria um casal formado por dois integrantes da banda de fado de Dagoberto, disfarçados. Assim, durante a cerimônia, os ex-namorados de Inês, disfarçados de soldados espanhóis tomariam a igreja e deporiam os reis da França que estariam lá assistindo à cerimônia, enquanto o poodle da prima da vizinha de Inês, disfarçado de cavaleiro da guarda real impediria qualquer reação por parte de seu Manoel, o padeiro.
Tudo isso feito, então a cerimônia poderia se realizar: Inês, disfarçada de padre, realizaria a cerimônia de casamento de Maria com Dagoberto e a desalcoviteira mandaria imediatamente um pombo correio para o Vaticano com um requerimento pedindo a anulação do casamento de Maria e Dagoberto alegando que o padre que fez a cerimônia era mulher, e enquanto os presentes esperavam a resposta do Papa, Inês e seu amado fugiam para a terra de Vera-Cruz na carruagem modelo Super Wheel 1500 de 8 cavalos do amado, disfarçada de caravela, e guiada pelo pai de Inês, disfarçado de Pedro Alvarez Cabral.
Bem, mas até o melhor dos planos está sujeito a pequenas contingências que podem levar a grandes distorções no resultado final. O fato é que ao final da execução do grande plano da desalcoviteira, constatou-se que Clotilde estava casada com todos os ex-namorados de Inês e estava entronada como rainha de Portugal, pois estes haviam deposto o rei das terras lusitanas por engano. A desalcoviteira estava casada com o poodle da prima da vizinha de Inês, Dagoberto estava casado com o padre e Inês estava a caminho da terra que futuramente se chamaria Brasil em companhia de sua amiga Rafaela, disfarçada de Cabral.
Lá chegando, Inês encontrou paga pela sua falsidade. Rafaela, já sem poder esconder todo o amor que sentia pela amiga, saiu do armário e tentou agarrá-la. Inês, percebendo que a amiga calçava sapatilhas tamanho 45, desesperada e perdida numa terra inóspita e desconhecida, precipitou-se a fugir.
Inês perdera tudo, mas definitivamente não era chegada numa luta de aranhas, mas então durante a sua fuga se deparou com duas possibilidades de montaria: um jegue e um cavalo. Para ir para o mais longe possível de Rafaela, Inês escolhe o cavalo.
Após meia hora de galope, Inês é violentamente derrubada pelo cavalo, que foge em disparada pelo sertão, enquanto ela se estatela no chão após cair de boca em cima de um mandacaru. Um nativo da região então se aproxima e lhe faz uma pergunta muito pertinente:
- Óxente minha filha, machucô, foi?

Moral da história: Mais vale um burro que te carregue que um cavalo que te derrube no sertão do Ceará.

x Por Luciana_de_Boni® | 4:10 PM | Comentários: x


Terça-feira, Janeiro 06, 2004

Free Willy 4 - O despertar da sexualidade
Por: Felipe EspertoMan

Já abatida e sem ânimo, com a barbatana dorsal brochada, Willy nem se incomoda quando uma lancha passa quase a lhe esfolar com a hélice ao som de Moby Dick. Willy, agora liberta dos perigos do passado parece não apreciar sua nova vida.

A lancha pára, e dela alguém a chama para a superfície. ¿Humanos insolentes! Eu deveria abalroar o barco deles!¿ ¿ pensa ela, mas então Willy reconhece certa familiaridade na voz que a chama. Era Jesse, seu velho amigo.

Havia muito tempo que Jesse não a visitava. E agora ela sabia o porquê. Ao lado de Jesse estava uma moça, muito bonita, cuja beleza até as baleias saberiam reconhecer. -Está explicado - pensa ela - ele me trocou por uma fêmea humana... nada mais justo afinal, somos de espécies diferentes e ele já tem 18 anos e todos achavam que ele era boiola. Ele tinha que provar que não era. Jesse queria impressionar a namorada com os truques que ele fazia com a sua baleia de estimação. Mas ao perceber sua intenção, Willy, humilhada e decepcionada com seu amigo, pula sobre o barco como na cena memorável do primeiro filme da série. A namorada de Jesse quase dá pra ele naquele momento dado seu elevado estado de impressionamento, Jesse se acha o fodão, o rei dos mares, mas Willy, tomada de imensa ira assassina, propositalmente se deixa cair sobre eles esmagando-os. É o início da novíssima nova vida de Willy.

Agora, libertada da presença castradora de Jesse, Willy começa a planejar seus próximos passos, ou melhor, nadadas em direção à liberdade plena e à emancipação. Willy trata de injetar silicone em sua barbatana dorsal caidona, passa uma maquiagem muito fashion para retocar suas belas pintas brancas e vai à guerra! Na festa das baleias Willy cata um baleio lindo e acasala até o amanhecer, simbolizando o último estágio de liberdade conseguido por Willy! Só não digo que ela viveu feliz para sempre porque como resultado da festinha com o baleio ela teve um filhote e o baleio a abandonou, então Willy se tornou mãe solteira, sua barbatana brochou de novo e ela teve que batalhar muito para sustentar o filhote. Um dia, sofreu um ataque de tubarão e morreu.

Moral da história: crianças usem SEMPRE camisinha e... Muito cuidado com os tubarões!

x Por Luciana_de_Boni® | 6:32 PM | Comentários: x




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